terça-feira, junho 17

FIM



In ARRUMADOR DE PALAVRAS «O Livro»

Este “Arrumador de Palavras” termina de maneira óbvia. Com homenagem á minha musa inspiradora, a causadora de todos estes devaneios. Se quiserem culpar alguém, é ela.

Mára

Teu nome é de contraste e poesia
Amargo fel que corre em doce peito
Rio contido em largo e calmo leito
E um sorriso que sabe a sal e maresia

Trazes na voz uma bela melodia
Um som bem cristalino e a meu jeito
Onde sonho, me espraio e me deleito
E uns olhos que iluminam o meu dia

Foste ponto de equilíbrio e de razão
Chegaste á minha vida em hora dura
Trazias uma promessa de paixão

Num caos de fortes ventos e loucura
Senti na hora em que me deste a mão
Como uma lua cheia em rua escura.

3 comentários:

  1. Fim porquê? Os habituais leitores, como eu, ficam defraudados.

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  2. Eu também discordo que seja fim, uma composição que proporciona uma prazerosa leitura tem que ser sequencial. Muito bom e lírico seu versejar!
    Abraço!

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  3. Sigo seu blog!!
    Se puder conheça:
    http://pensandoempoesia.blogspot.com

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