“Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo... Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer porque eu sou do tamanho do que vejo, e não do tamanho da minha altura.
(Alberto Caeiro)
Isto sim, são iniciativas louváveis. Um maneira engraçada de promover o desporto e o convívio saudável entre as pessoas. Seria possível e pouco dispendioso organizar provas intra e inter concelhos.
"O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis"
Feito um ano sobre as autárquicas, fui passar os olhos sobre as largas promessas da força vencedora.
Passado um ano, já alguma foi começada? Espero que me digam…
A acção política hoje em Seda, resume-se ao óbvio; esperar o fim do mês para receber o “taco”.
PS: Perdão, estou enganado, foi tomada uma medida. Já há muitos anos, a Junta de Freguesia mandava o almoço para o Lar no 25 de Abril, (por vezes em condições pouco aceitáveis), este ano foi cortado.
Por vingança?
Como depois destes anos todos, já se configurava como Direito Adquirido, deve haver uma Acta onde ficou lavrada a Resolução.
No Brasil está a acontecer um caso que se pode considerar muito grave. A proibição de analisar os candidatos a deputados sob um ponto de vista humorístico. A partir de agora, no país irmão, todos os políticos devem ser levados a sério. Por decreto.
Se a moda pega... Não poderemos brincar com a cara de plástico do Prof Cavaco.
Eu não assisti ao “Concerto da Amizade” do Sérgio. Tenho ouvido apreciações para todos os gostos, como é normal.
Sei e valorizo, que foi uma realização nossa, (da nossa terra), e para nós. Foi prata da casa.
Aceito que realizações culturais como O Festival do Crato, devem ser encorajados. Atingiram um nível muito bom, não se devem deixar perder, são um “aport” muito importante para o interior do país.
Já não entendo que pequenas freguesias invistam montes de dinheiro para trazer “artistas” que não acrescentam nada. Parece que um ano destes em Alter, foram pagos 12.900,00 € a um desses cantores, por uma tarde, (2 horas).
Terras mais pequenas também pagam, á sua escala, verbas exorbitantes. Quando o que se devia privilegiar eram iniciativas como esta do Sérgio.
As pessoas quando vêm ás festas da sua terra, não lhes interessa quem é o “pimba” que vai actuar. Querem é encontrar familiares, descansar junto dos seus e rever os amigos de sempre.
As nossas pequenas festas locais deviam ser feitas por nós e para nós, com os “jeitosos” que temos.
Eu nunca percebi, porque é que nestes anos, o Telmo nunca foi convidado a tocar nas Festas de Seda.
Orquídia Rosa, era uma mulher inteligente, bonita, culta e muito divertida. Tinha no entanto o espírito fraco das burguesinhas mimadas. Outrora muito bem de vida, nunca se habituou aos percalços do tempo e á perda de “status”. Obrigada a trabalhar por conta de outrem, coisa que por impensável noutros tempos, nunca obteve preparação, revelou-se sempre medrosa e incapaz de dar o seu “grito do Ipiranga”.
O medo de perder o emprego, de que tanto precisava, tolhia-lhe a alma e levava-a a engolir calada todo o género de afrontas. Nunca ganhou o respeito dos superiores, nem a estima dos subordinados. Limitava-se a ser um enfeite no trabalho, onde era vista como um “bibelot”, tão lindo quanto inútil.
Um dia, mais cedo do que se pensava, esqueceram-se dela na sua gaiola dourada. E ficou assim entre a vida e o medo de se afirmar. Nunca mais ninguém a recordou, nem deixou saudades.
Está neste momento a ocorrer na Freguesia de Chancelaria, uma polémica relacionada com uns aparelhos de ar condicionado pertença da Junta e alegadamente furtados por um particular.
Quem saiba mais sobre a história, elucide-nos. Porque não a senhora Presidente da Junta?